A Organização das Nações Unidas (ONU) lançou nesta semana um alerta sobre a quantidade do lixo produzido pelas cidades em todo o mundo. De acordo como o Programa da ONU para o Meio Ambiente (Pnuma), os governos de todos os países devem tomar medidas urgentes para evitar o que chamou de uma ameaça de "crise global de resíduos", um problema que traria consequências não só para o meio ambiente, mas também para a saúde humana. Por sua vez, ao editar esta matéria aqui no blog de ecologia e de cidadania - Folha Verde News - o repórter e ecologista Antônio de Pádua Padinha diz que "o desafio de qualquer país que se preze deve ser o de transformar o lixo em lucro e até em luxo, com o devido tratamento, com visão socioambiental, com estímulo à reciclagem, proteção da saúde pública, ampliando assim as chances de vida no futuro de todo lugar da Terra".
Segundo o Pnuma, todos os anos as cidades geram 1,3 bilhão de toneladas de resíduos sólidos. Pelas estimativas da agência, a quantidade de lixo deve chegar a 2,2 bilhões de toneladas até 2025. A situação é mais grave nos países de baixa renda ou maus governos, onde, muitas vezes, o volume de coleta do lixo não alcança sequer a metade da quantidade produzida ou não tem uma gestão adequada, sustentável. Ainda segundo informações desta organização internacional, as cenas de lixos amontoados às margens de rios, queimadas a céu aberto e lixo tóxico são cada vez mais frequentes, assim como a atração de moscas e ratos em lixões. O cenário ideal para doenças, poluição, desequilíbrio ambiental e pouca chance de futuro à nossa vida. O alerta da ONU objetiva mudar esta realidade em tempo.
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| A ciência ecológica, a gestão sustentável, a reciclagem podem transformar o lixo em lucro |
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| No Brasil a questão do lixo já virou novela mas não tem sido vista com sustentabilidade |
Fontes: www.onu.org.br
www.terra.com.br
www.ambientebrasil.com.br
http://folhaverdenews.blogspot.com


Além de transformar o lixo em solução com o devido tratamento, com visão socioambiental, com estímulo à reciclagem, proteção da saúde pública, há cientistas com Richard Breabean que desenvolveram formas de fazer lucro e luxo com este problema.
ResponderExcluirSó para exemplificar, este pesquisador e cientista Richard Bribean - esta é a grafia certa do nome dele - teve recusado um processo de reciclagem e produção de riquezas dos restos da indústria coureiro-calçadista e de móveis pela Prefeitura de Franca, por absoluta ignorância das autoridades ou por interesse em lucrar de "outra forma" com o lixo ou os lixões...
ResponderExcluirO alerta do Pnuma e da ONU servem para estimular que governos federais, estaduais, municipais de todos os países entreguem para ecologistas, médicos e em especial para cientistas e pesquisadores de vanguarda a solução do problema do lixo.
ResponderExcluirA pesquisadora e cientista francana Drª Joana Félix de Sousa foi premiada na Harvard com um projeto de tratamento químico e geração de lucro do lixo, mas sua proposta ainda não foi assimilada por prefeituras do interior ou das capitais, onde na realidade mais mórbida, os lixões e todo lixo se tornaram "um grande negócio", mas no pior sentido desta palavra.
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