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sexta-feira, 30 de novembro de 2012

HOMENS ARANHA PROTESTAM DIANTE DA VIOLÊNCIA DE AGORA

Manifestantes se penduraram para protestar contra a violência que assola São Paulo e o país

Um grupo de manifestantes, esportistas ligados ao movimento de cidadania, protestavam no início da manhã desta sexta-feira na ponte Octávio Frias de Oliveira, a Ponte Estaiada, na zona sul de São Paulo. Dois manifestantes, pendurados em cordas, traziam mensagens alertando sobre a violência que atingiu a capital paulista nos últimos meses. O objetivo, segundo membros da organização Loucos pela Paz, é alertar a população sobre o número de mortes em São Paulo: "São muitas pessoas mortas e não estou vendo o Governo de São Paulo fazer nada para amenizar...Chega de gente morta", disse Jorge Edson, membro da entidade Loucos pela Paz. A manifestação foi feita sobre a marginal Pinheiros, não provocando assim a interdição na via, o que fez aumentar mais ainda a aprovação dos motoristas e populares ao ato público feito de forma original, tipo Greenpeace. "Lutar pela não-violência é valorizar ações inteligentes como esta e a busca de alternativas de solução para os índices cada vez mais violentos no dia a dia de Sampa, do país e do planeta", comentou por aqi por sua vez o editor do blog Folha Verde News, o ecologista Padinha: "Estes Homens Aranha são um alerta sobre a necessidade de mudanças já na realidade da nossa vida".



Foto de Fernando Torres flagrou a manifestação na Grande SP, um alerta diante da violência
Fontes: www.terra.com.br
             http://folhaverdenews.blogspot.com





4 comentários:

  1. As ações policiais e/ou governamentais, apenas repressivas, se dirigem quase sempre apenas contra favelas e comunidades mais pobres de periferia e esta estratégia agride e revolta população mais carente da parcela honesta do povo.

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  2. Performances como estas, que lembram as manifestações do Greenpeace em casos de protesto ambiental, são feitas de forma pacífica e inteligente, não prejudicando o dia a dia já tumultuado da população e colaborando para se encontrar uma alternativa de solução para pelo meno diminuir os altos índices de fatos violentos.

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  3. Em São Paulo, no país, no planeta enfim, sejam marginais ou policiais ligados a grupos de extermínio (tipo Esquadrão da Morte) cada vez mais ampliam o grau da violência, que tem várias "frentes", sociais, econômicas, ecológicas ou ambientais, além das criminais propriamente diata: a injustiça social é o estopim também de muitos destes problemas.

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  4. Diante desta realidade com tantos erros e limites, o uso da inteligência e não da força, a cultura da vida e da não-violência - que estes dois manifestantes demonstraram hoje no dia a dia de SP - isso pode abrir a mudança radical da situação.

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