Carolina Gonçalves, da Agência Brasil, nos relata que enchentes e secas extremas que têm afetado várias regiões no mundo e os fenômenos naturais, como maremotos, cada vez mais frequentes, voltaram a ocupar desde ontem e até 7 de dezembro o centro das preocupações de técnicos que são especialistas em clima, ecologistas e autoridades de quase 200 países. Reunidos em Doha, capital do Catar, negociadores de todo o mundo querem chegar a um consenso sobre o que precisa ser efetivamente adotado para minimizar os efeitos provocados pelas fortes mudanças de temperatura do planeta. "No COP 17 a frustração foi demais, espera-se que agora seja diferente, a bem de uma maior chance de reequilíbrio ambiental em várias regiões da Terra", comentou o nosso editor Padinha, aqui no blog Folha Verde News: "Está em jogo a própria vida, nosso planeta terá futuro?...Esta é a questão principal que deveria estar sendo discutida em Catar".
Durante a 18ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas
(COP18), as delegações de várias partes do mundo agora tentarão definir novos
compromissos, a fim de dar sequência a uma série de esforços que vêm sendo
feitos desde 1992. As expectativas em relação ao evento recaem quase
exclusivamente sobre esse ponto: o que cada economia está disposta a fazer, a
partir de janeiro do ano que vem, para continuar os esforços pela redução das
emissões de gases de efeito estufa. Os primeiros compromissos foram assumidos quando as nações signatárias do
Protocolo de Kyoto, que começou a valer há cinco anos, definiram metas
obrigatórias, no caso de países desenvolvidos, ou voluntárias, entre as nações
em desenvolvimento. Apesar de o tratado que define metas e limites de emissão de
gases de efeito estufa para os países desenvolvidos expirar no fim deste ano, as
medidas ainda estão longe dos resultados esperados. Levantamentos de organismos internacionais e do órgão das Nações Unidas
responsável pelo debate sobre meio ambiente (Pnuma) têm apontado que as ações
ainda não foram suficientes para reduzir essas emissões nocivas ao Planeta. O
Pnuma mostrou que a concentração de gases de efeito estufa, como o dióxido de
carbono, aumentou 20% desde 2000.
Pesquisadores do Banco Mundial e da Organização Meteorológica Mundial também têm alertando que, caso não adote ações mais ambiciosas e austeras, a comunidade internacional não irá alcançar a meta estipulada como ideal pelos cientistas. Diante da emergência apontada pelos estudos recentes, os países se comprometeram a adotar medidas para manter a elevação da temperatura do planeta abaixo dos dois graus centígrados. O desafio será chegar a um acordo imediato para manter metas que reposicionem os países nessa direção, adotando medidas rigorosas em suas economias. Em meio ao debate, será preciso definir, por exemplo, se os países do Leste Europeu podem usar, para maiores emissões, a margem que conquistaram por ter emitido menos, nos últimos anos, quando a recessão enfrentada por essas economias reduziu o ritmo das fábricas, mantendo os níveis de poluição atmosférica abaixo do estipulado. Além disso, os negociadores devem retomar os debates sobre o Fundo Verde e a regulamentação internacional de uma compensação para países em desenvolvimento que reduzem as emissões de gases de efeito estufa, conhecido como Redd – sigla que define a Redução das Emissões Geradas com Desmatamento e Degradação Florestal nos Países em Desenvolvimento. O mecanismo tem dividido as atenções nos debates sobre clima, desastres ambientais e variadas formas de violência que assolam a natureza e o homem na atualidade.
Fontes: Agência Brasil
BBC
http://folhaverdenews.blogspot.com
Pesquisadores do Banco Mundial e da Organização Meteorológica Mundial também têm alertando que, caso não adote ações mais ambiciosas e austeras, a comunidade internacional não irá alcançar a meta estipulada como ideal pelos cientistas. Diante da emergência apontada pelos estudos recentes, os países se comprometeram a adotar medidas para manter a elevação da temperatura do planeta abaixo dos dois graus centígrados. O desafio será chegar a um acordo imediato para manter metas que reposicionem os países nessa direção, adotando medidas rigorosas em suas economias. Em meio ao debate, será preciso definir, por exemplo, se os países do Leste Europeu podem usar, para maiores emissões, a margem que conquistaram por ter emitido menos, nos últimos anos, quando a recessão enfrentada por essas economias reduziu o ritmo das fábricas, mantendo os níveis de poluição atmosférica abaixo do estipulado. Além disso, os negociadores devem retomar os debates sobre o Fundo Verde e a regulamentação internacional de uma compensação para países em desenvolvimento que reduzem as emissões de gases de efeito estufa, conhecido como Redd – sigla que define a Redução das Emissões Geradas com Desmatamento e Degradação Florestal nos Países em Desenvolvimento. O mecanismo tem dividido as atenções nos debates sobre clima, desastres ambientais e variadas formas de violência que assolam a natureza e o homem na atualidade.
Fontes: Agência Brasil
BBC
http://folhaverdenews.blogspot.com

As esperanças e também as angústias de todos os ecologistas ou de todos os que amam e lutam poela vida na Terra estão nesta conferência da ONU em Doha, no Catar, nestes dias a capital do nosso planeta, pela importância do evento.
ResponderExcluirNo final deste ano se extingue o chamado Protocolo de Kyoto e isso torna ainda mais estratégico este evento mundial da ONU no Oriente, quando se fala que em 2012 vai acabar o mundo, talvez os apocalípticos estejam se referindo à pouca efetividade destas cúpulas para garantir a continuidade da vida ou a solução dos problemas ambientais planetários ou de cada país.
ResponderExcluirNa verdade, ações ainda não foram suficientes para reduzir essas emissões nocivas à vida no planeta. O Pnuma mostrou que a concentração de gases de efeito estufa, como o dióxido de carbono, aumentou 20% desde 2000.
ResponderExcluirE neste rítmo só medidas radicais e objetivas podem mudar esta realidade.
O nosso blog dedicado à ecologia, à cidadania e à cultura da vida (Não-Violência) está ligado no COP 18 para divulgar as informações e criticar a falta de projetos que realmente mudem esta realidade de horror, para se aumentar a chance de vida e futuro para todos nós.
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