Começou ontem e está seguindo nestes dias uma iniciativa de muito valor mobilizando entidades de conteúdo ecológico. A primeira Semana de Estudos e pesquisas da Biodiversidade do Cerrado, que é simultânea a uma feira de produtos e práticas sustentáveis do Cerrado, bem como a uma oficina interdisciplinar, envolvendo desta forma cidadãos e cidadãs de variadas tendências, assim como várias entidades de apoio, devido também à importância fundamental destes temas no momento presente.
Para Franca e região é de muito valor e oportunidade esta Semana do Cerrado, "para que ela seja um marco transformador na realidade ambiental do interior do país", como comentou Ângela Maria Pimenta, geóloga, pesquisadora, ecologista, uma das batalhadoras de ONGs como a Indesufran (presidido pelo médico e ecologista Wagner Deocleciano Ribeiro), entidade que vem há anos e em várias iniciativas vem buscando este objetivo maior.
Nesta segunda-feira à noite, a partir das 19h, no Anfiteatro de Odontologia da Universidade de Franca (Unifran) a professora Ângela Pimenta, por sinal, membro também da Executiva do PV Franca, estará lá lado a lado com os índio Gaspar Waratzere e Cléber Natura, que veio por aqui especialmente para participar deste evento, levando este tipo de comunicação. No caso deste índio da aldeia Xavante de Namunkurá (Mato Grosso), entre os rios Das Mortes, Xingu e Araraguaia, a comunicação mistura teoria e prática de vida.
| Gaspar Xavante e Drª Ângela no Global Greens |

A luta pela conservação dos recursos de nossa natureza e a sustentabilidade nos próximos anos podem garantir a vida e a riqueza do Cerrado.
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