É preciso saber perder, para um dia ser campeão de verdade, quem sabe, em 2014.
Uma pergunta: o verdadeiro futebol do Brasil foi à África?...Os jogadores que foram esquecidos na convocação da CBF fariam um papel menos mediocre? Precisa mudar a estrutura do nosso esporte?
Se quiser opinar mande comentário sobre desclassificação da Seleção Brasileira da Copa na África pelo e-mail navepad@netsite.com.br
INTERNET ALCANÇA MAIS GENTE DO QUE OS JORNAIS NO BRASIL
Este é o resultado de pesquisa do Ibope, publicada na mais recente edição da revista Superinteressante: dados mostram que a penetração da web atinge 45% da população, já sendo maior que a dos jornais, que chegam a apenas 37%. Um dos temas analisados pela Superinteressante é a campanha de Barack Obama (Yes We Can), que elegeu a Internet como arma estratégica: nestas eleições, entre os principais candidatos a Presidente do Brasil, Marina Silva é quem parece abraçar com mais fervor a Internet, conclui a revista.
FESTA DO TRABALHO GLOBAL será um dia de uma forte oportunidade para celebrar as soluções do clima em nível local, e colocando pressão em nossos líderes enquanto estão tão atuantes. Se você não conhece nada sobre esta data, leia então aqui um resumo da nova carta convite do 350º. org do Co-Fundador BILL MCKIBBEN.
Nós também temos agora um novo site 350º.org para ajudar a lançar o dia 10/10/10 e fazer mais facilmente para que as pessoas encontrem e registrem - se neste local. Estamos introduzindo o máximo de informações.
Se você já conhece sobre o 10/10/10, agora é o momento perfeito para contar a álguém que ainda não sabe. Vamos avante com o BILL convidar 10 amigos ( nós gostamos do número 10 este ano ), e ajude a fazer o movimento para um clima 10 vezes seguro tão grande quanto agora. FESTA DO TRABALHO GLOBAL será em 10/10: voce pode dividir o novo 350º.org com muitos clicks no Facebook, no Twitter ou simplismente falar a seus amigos sobre o nosso site 350º.org! Avante na direção do 10/10/10!
+ nas próximas edições.
ALBA SILVA, GUERREIRA VERDE
Diretamente do Movimento Marina Silva para a Folha Verde News, ela escreve sobre a
liderança servidora para o Estado de São Paulo:
Invisibilidade Social de nossas Crianças e nossos Adolescentes,
no texto Alba Silva convoca ao combate cidadãos e cidadãs que querem mudar a tual realidade de violência e criar o futuro. Confira nas próximas edições.
O FRANCANO JOSÉ ALEXANDRE RIBEIRO ENTREVISTADO PELO SITE NACIONAL ECO
Produtos orgânico, a reportagem de Felipe Lobo, ECO.
Nela, uma foto mostra José Alexandre entregando cesta de produtos orgânicos ao presidente Lula.
A produção orgânica surgiu quase por acaso na vida de José Alexandre Oliveira. Nascido e criado na região de Franca, em São Paulo, sempre teve contato com alimentos cultivados pela agricultura familiar, sem qualquer tipo de agrotóxico. Pioneiro, Zé Alexandre criou o Café IAO. Durante uma feira de orgânicos em Nuremberg, na Alemanha, percebeu o sucesso de seu cultivo sem aditivos e não parou mais: ajudou a fundar o BrasilBio, associação de fomento à agricultura sem fertilizantes, e foi seu presidente durante três anos. Nesta entrevista ao site ECO, ele explica qual a situação atual do mercado em que atua no país, as perspectivas para o futuro e os principais problemas da atualidade dos alimentos no Brasil. Por sinal, José Alexandre é o candidato a Deputado Federal dos produtores e adeptos da alimentação orgânica no Estado de São Paulo. Fará sua campanha em Franca e em mais uma 100 cidades paulistas para ser o representante Verde na Câmara Federal desta alternativa de mudança do país a partir do alimento do povo.
TÓFFANO RESUME O QUE PODE OU NÃO PODE FAZER UM CANDIDATO NA INTERNET
Devido a importância das redes sociais e de toda web nas eleições deste ano e com o propósito de orientar os candidatos a deputados estaduais ou federais do PV, apresentaremos em breve, baseadas na Cartilha do Candidato Verde 2010, normas e critérios relacionados à propaganda, que deverão ser observados nas próximas eleições, nos termos da legislação vigente. Elas foram coletadas e comentadas pela equipe especializada do José Paulo Tóffano, deputado federal verde, vice-presidente da Frente Parlamentar Calçadista no Congresso Nacional e representante do Brasil no Parlamento Mercosul. Aliás, este líder verde que veio de Jaú para representar todo o interior em Brasília, é também candidato a reeleição como Deputado Federal, também em Franca, com o apoio das lideranças calçadistas em especial, isso porque, Tóffano foi o autor da salvadora sobretaxa aos calçados chineses, algo que está fomentando os negócios de calçados made in Franca (por exemplo, agora na FRANCAL em São Paulo). Ele forma uma dupla com o ecologista francano Cristiano Rodrigues Silva, o Crico, que foi bem votado nas eleições para Prefeito Municipal, sendo hoje uma grande liderança do PV Franca e da juventude verde paulista. Você poderá no nordeste paulista optar pela dupla CRICO-TÓFFANO ou pelo líder do movimento ecológico (candidato temático dos orgânicos) JOSÉ ALEXANDRE, lembrando que o biólogo Eduardo Frizi, de Ituverava, forma por aqui uma outra dupla verde com ele, saindo a estadual assim como Crico. Várias alternativas para que nossa cidade e região possam avançar rumo ao desenvolvimento sustentável e a qualidade de vida para a maioria da população. + detalhes nas próximas edições da nossa FV News.
Brevemente, faremos um link mais direto com os seguintes portais
http://www.movimentomarinasilva.org.br/
http://www.redepv.ning.com/
http://www.ambientebrasil.com.br/
para você se informar sobre ecologia, PV e atualidades da luta ambiental no país e no planeta
Hoje no site Onda Latina http://ondalatina.com.br/ em destaque
Morre Abílio Manoel, o criador do América do Sol
O cantor e compositor Abílio Manoel morreu, aos 63 anos, na última terça-feira, dia 29 de junho, em Itacaré, na Bahia, vítima de um infarto. Abílio Manoel, que nasceu em Lisboa (Portugal), passava férias na Bahia. Foi autor de sucessos como "Tudo Azul N'América do Sul", "Andréa", "Bom dia, amigo" e "Pena Verde", música com a qual foi o ganhador, em 1969, do Festival Universitário de MPB da TV Tupi, quando era estudante de Física na USP. Nessa época ele participou de muitos festivais musicais, tanto no Brasil como no Chile. Nos anos 70 e 80, Abílio Manoel também foi o criador do programa radiofônico América do Sol, dedicado à música latino-americana, inicialmente exibido na rádio Bandeirantes e depois na rádio USP FM. O América do Sol foi um marco no rádio paulistano, nos anos 70, pois era o espaço disponível no dial para os apreciadores da boa música latino-americana. No seu programa ouvíamos a música de Mercedes Sosa, Victor Jara, Violeta Parra, Pablo Milanés e tantos outros. Nos últimos anos Abílio Manoel se dedicava à composição de jingles e trilhas sonoras. Deixou oito LPs gravados, dois CDs, 10 compactos duplos e mais 22 compactos simples. E uma hitória de luta pela liberdade e também pela ecologia.
CRICO CONVIDA PARA FORUM EM BRASILIA
Crico e a equipe do Tóffano em Brasília estarão promovendo um evento muito legal sobre Biodiversidade, que vale a pena divulgar aqui na FOLHA VERDE e se vc ecologista tiver interesse em participar e vc jornalista em cobrir o evento em Brasília, é uma boa. Aliás tem duas professoras de Restinga a Nize e a Andrea que já se preparam para ir, depois de terem participado das palestras do índio Xavante Gaspar Wartzere, por lá, junto com Mauro Arantes e Padinha.
Informações: quem quiser ir pode falar com a Mônica (Mônica Nubiato -Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul -(61) 3216-6874- monica.nubiato@camara.gov.br)
DESTAQUE: MANCHETES DE ALGUNS SITES SOBRE FRACASSO DO BRASIL NA COPA
Yahoo
Mick Jagger (o pé frio da Copa na África) despacha mais uma seleção
BBC Brasil
Holanda vence o Brasil e adia o sonho do Hexa
Gazeta Esportiva
Quem é o maior culpado pela eliminação do Brasil?
UOL
Dunga confirma saída do comando da Seleção Brasileira
TERRA
Um jogo se ganha usando a cabeça, destaca um dos colunistas
FOLHA VERDE NEWS
Dunga não é o principal culpado: seria Ricardo Teixeira
ou o erro de não convocar atletas que atuam no Brasil?
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PRODUTOS ORGÂNICOS NA CADEIRA DO DENTISTA.
Felipe Lobo
José Alexandre entrega cesta de produtos orgânicos ao presidente Lula (foto: divulgação) |
A produção orgânica surgiu quase por acaso na vida de José Alexandre Oliveira. Nascido e criado na região de Franca, em São Paulo, sempre teve contato com alimentos cultivados pela agricultura familiar, sem qualquer tipo de agrotóxico.
Na hora de escolher uma profissão optou por odontologia, e não se arrepende. Foi atuando como dentista, em seu consultório, que ele percebeu a invasão de produtos recheados de químicos na rotina de seus pacientes. Ao receitar uma dieta mais saudável, a qualidade de vida melhorava – na mesma proporção em que os problemas dentários diminuíam.
Com esta experiência, alguns anos depois, Oliveira criou o Café IAO. Durante uma feira de orgânicos em Nuremberg, na Alemanha, percebeu o sucesso de seu cultivo sem aditivos e não parou mais: ajudou a fundar o BrasilBio, associação de fomento à agricultura sem fertilizantes, e foi seu presidente durante três anos. Nesta entrevista a ((o))eco, ele explica qual a situação atual do mercado em que atua no país, as perspectivas para o futuro e os principais benefícios ambientais de sua escolha.
O senhor presidiu a BrasilBio durante três anos e também é o responsável pelo Café IAO. Mas, antes de tudo, é dentista. Como surgiu o seu interesse pela produção orgânica?
José Alexandre Oliveira: Tenho um trabalho de muitos anos nesta área, que começou com plantas alternativas e homeopatia, quando o paciente não respondia a problemas na gengiva. Como, no entanto, o paciente sempre voltava com o mesmo problema algum tempo depois, decidi aprofundar mais estudos sobre a alimentação. Venho de família simples, meus avós eram agricultores familiares e me sentia muito bem com o que era usado na época. Há 50,60 anos, não existia produto químico na lavoura e sentia que esta alimentação era diferente do que hoje existe no mercado. Comecei a indicar para os meus pacientes uma nova dieta, e ele não voltavam mais, pois os problemas eram resolvidos. Em seguida, ajudei a criar uma feira orgânica em Franca, em 2005, onde os agricultores vendiam os seus produtos. Começamos com 12, hoje já temos 40.
Quais são os principais dados do mercado de orgânicos do Brasil, como por exemplo a relação, em porcentagem, deste tipo de produção no mercado nacional de alimentos e a média de preços?
"Há, aqui, 842 mil hectares de agricultura familiar orgânica, todos com certificações feitas por várias empresas nacionais e estrangeiras que garantem o que o consumidor está comprando. A partir de 2011 teremos um selo para padronizar a certificação." |
Oliveira: O mercado é crescente, cada vez mais. Temos hoje, no Brasil, produção em todo o lugar. Há, aqui, 842 mil hectares de agricultura familiar orgânica, todos com certificações feitas por várias empresas nacionais e estrangeiras que garantem o que o consumidor está comprando. A partir de 2011 teremos um selo para padronizar a certificação. Se levarmos em consideração as áreas preservadas onde há extrativismo, estamos falando de 9,4 milhões de hectares. É importante destacar, porém, que existem 90 milhões de hectares de terras improdutivas no país, sem falar da cultura tradicional. Atualmente, estamos desenvolvendo feiras locais para atender municípios. A ideia é que cada município consiga desenvolver associações de pequenos produtores para que os mesmos vendam diretamente. Deste modo, o preço do orgânico sai quase o mesmo do convencional. Quando há atravessador, o preço fica mais alto, pois tem muita demanda e pouca oferta. É impossível formar um agrônomo especialista em agricultura orgânica em apenas três anos, tempo em que existe a lei. Estamos crescendo, mas o café vendido no Brasil, por exemplo, é apenas 1% orgânico. Há muito o que crescer
A BrasilBio surgiu a partir de uma demanda dos produtores, ou vocês notaram a importância de criar uma associação para fomentar o mercado nacional de orgânicos?
Oliveira: Comecei a trabalhar com o café orgânico em 2004 e, na mesma época, fui a uma feira internacional (em Nuremberg, na Alemanha) para ver se os produtos orgânicos eram apenas um modismo, ou se tinham vindo mesmo para ficar. Levei o café IAO, a região de Alta Mogiana, em Franca (onde fica o IAO) já tinha um certo nome por lá. Foi um sucesso, todos voltavam para beber mais, a qualidade era reconhecida. Nesta mesma feira estavam os Ministérios da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário, além de outros grupos. Eles solicitaram que fundássemos um órgão que representasse este movimento no Brasil. Reunimos pequenas empresas processadoras de orgânicos e o fizemos.
A partir daí, qual foi a história da BrasilBio? Vocês tiveram que ajudar uma base legal para o mercado?
Oliveira: Fui o presidente da associação até o começo de junho. É difícil realizar projetos levantando bandeiras recentes no Brasil. Fizemos um café com o presidente Lula e, depois, ele assinou a Lei dos Orgânicos em 2007, que institui o mercado no Brasil. Mas não tínhamos técnicos, profissionais capacitados. A previsão inicial era de que cresceria 100% no ano, já que a regulamentação ajuda empresas de fora do país a investirem no setor. O Brasil, acredito, vai ser o futuro celeiro de orgânico no mundo. Temos um crescimento de 40% ao ano. Atendemos a uma demanda de desenvolvimento de consciência sobre qualidade de vida, alimentação saudável, e um custo que atende a necessidade de quem produz, com inclusão social.
Quais são os principais benefícios ambientais dos produtos orgânicos em relação aos tradicionais?
Oliveira: Não podemos falar em ecologia, em preservação ambiental, sem falar em produção orgânica. Ela deixa de contaminar os lençóis freáticos e não afeta a biodiversidade – os fertilizantes se acumulam geneticamente nas sementes, e os animais que as consomem sofrem seus efeitos. Isto é comprovado, não podemos mais ficar calados, temos que levantar uma bandeira pela vida do planeta. Precisamos trabalhar com controle biológico, pois ele dificilmente se resgata e acaba cada vez mais depende de produtos químicos.
Como é constituída a BrasilBio? Ela tem o objetivo, por exemplo, de criar um amplo banco de dados de toda a cadeia de orgânicos no Brasil, certo? Em qual estágio esta estratégia se encontra?
Oliveira: Hoje estamos em um bom estágio de defesa da agricultura familiar. Os objetivos da Brasilbio, uma entidade federativa que atende um projeto nacional de desenvolvimento da agricultura desde a formatação da lei, é a regulamentação dos insumos orgânicos para aumentar a produtividade e atender a demanda. Preserva-se a saúde de quem produz, do meio ambiente e de quem vai se alimentar.
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Fonte: Giba



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